sábado, 27 de junho de 2009

something always brings me back to you

Qualquer sinal da tua existência, seja ele de que tipo for, ainda faz o meu estômago arder numa ressaca desenfreada de qualquer coisa que me davas e que o meu ser necessita faz tempo. Ainda tenho descargas de adrenalina que fazem o meu corpo agitar-se contra minha vontade, que me provocam impulsos contra os quais me debato para não voltar a cair no mesmo. Ver-te, saber-te... é como cair num campo de urtigas... sinto o coração a palpitar violentamente na garganta, por não conseguir sair.
Deixei de lutar contra esta necessidade. De querer-te e de querer que desapareças para sempre. Correr atrás de ti é vão, fugir de ti também não resulta. Vou apenas ficar aqui como se nada fosse(s). Não vou tentar bloquear as recordações nem os sonhos que acontecem quando não estou a dormir. Não vou evitar-te, não vou procurar-te. Desta vez vou apenas ficar aqui à espera, mas não de ti.... apenas à espera! À espera que o tempo corra, até chegar o dia em que eu acorde e não sejas a primeira coisa que me passa no pensamento. Vou apenas.... esperar que passes!

1 comentário:

Ela que veio da espuma do mar... disse...

Não te apetece apressar o tempo para que te seja indiferente? Muito porque os dias que faltam ainda podem trazer alguma esperança e isso, para além de inútil, só traz mais dor...

Era como se quisesse voar daqui pra fora e só voltar quando a vida estivesse normalizada. Como te compreendo! Obrigada.

Beijinhos e boas férias!*