domingo, 29 de junho de 2008

What color do you have for me?

Elliot: Do you remember our first date? You were so quiet.
Alma: You bought me the mood ring.
Elliot: It turned purple when you wore it.
Alma: Then you said "that means you're in love".
Elliot: Got you to talk, didn't it?
Alma: But then we checked the little paper chart and it turned out that it meant that I was horny. You loved that.
Elliot: I had no idea.
Alma: Yours was blue. Peaceful, right?
Elliot: Right.
Alma: What color was love?
Elliot: I don't remember.
Alma: Me neither.

Ledo engano.

Ensina-me o caminho para chegar a ti. Diz-me que queres que o percorra, e que vais estar à minha espera no final da estrada, com um sorriso nos lábios e pronto para me abraçares.
Deixa-me chegar a ti, deixa-me encontrar uma forma de ultrapassar este abismo que nos separa. Diz-me que deixas, diz-me que queres que o faça.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Adorei, adorei, adorei.

O novo anuncio da Superbock:



..a música, o conceito, as ideias transmitidas, as imagens... Gostei mesmo!!
E só por causa disso, até já vou beber uma Superbockzinha... =D


The Story - Brandi Carlile

All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you

I climbed across the mountain tops
Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules
But baby I broke them all for you
Because even when I was flat broke
You made me feel like a million bucks
Yeah you do and I was made for you

You see the smile that's on my mouth
Is hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed
They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am
And they don't know what I've been through like you do
And I was made for you...

All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you

sábado, 14 de junho de 2008

Só porque sim.

Hoje apetecia-me perder-me contigo, em ti. Em vez disso estou perdida contigo.. mas em mim! Hoje é daqueles dias super irritantes, em que respiro o teu olhar e transpiro o teu sorriso. Coração na garganta e sorriso parvo estampado na cara, a tua cara tatuada no interior das minhas pálpebras e o teu cheiro entranhado na minha pele. E isso é irritante porquê? Porque não posso sentir-me assim! Não devo... Faz mal à saúde alimentarmos um sentimento condenado à partida. Mas sabe tão bem... é como chocolate! Começamos a comer, sabemos que era suposto só comer um bocadinho mas apetece comer mais, e mais, e mais... e isso faz mal à saúde. Mas é tão bom!! E torna-se viciante.
E tu para mim és como chocolate. Que só posso comer às vezes, tem um aroma que me seduz e um sabor que vicia. E faz mal! Porque todos os vícios fazem mal.
Mas mesmo assim, gosto mais de ti que de chocolate. Chocolate não me deixa o coração assim, provoca boas sensações mas não é tão eficiente como tu. E depois de comer chocolate, não fico dias e dias perdida a pensar em chocolate.

Hoje apetecia-me poder enroscar-me em ti sem ter os minutos contados. Sem termos a pressão do relógio.
Hoje apetecia-me inventar uma nova cor para nós, porque hoje todas as cores não chegam! E quando encontrasse aquela cor que conseguisse descrever o calor que emanas, as sensações que me pintas... eu dar-lhe-ia o teu nome!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Good night and sweet dreams!

Senti uma mão tapar-me a boca! Meia a dormir meia assustada abri os olhos. Não se via nada na escuridão do quarto, mas aquele perfume era terrívelmente familiar. Soube logo que eras tu.. mas como? Shhh! Não digas nada, disseste. E antes que eu pudesse pensar em falar, calaste-me o silêncio com um beijo. Eras definitivamente tu! Deixei-me cair para trás na cama e a tua mão acompanhou o movimento da minha cabeça, sem que os meus lábios perdessem os teus de alcance. Todas as perguntas de como era possível estares ali dissiparam-se, era o menos importante e tinha a cabeça ocupada com outras coisas.. ou cenas! Estava hipnotizada pelo ter perfume, deitaste-te ao meu lado, com uma mão a segurar-me a nuca e a outra pousada sobre a minha barriga. A minha mão percorreu a tua cara, desdo cantinho da boca à procura do teu cabelo. Com os teus cabelos a rodearem os meus dedos, puxei-te mais para mim. Procuraste-me o pescoço, enquanto as tuas mãos se passeavam livremente pelo meu corpo. Podia ouvir-se o teu coração no silêncio do quarto. Tumtum.. Tumtum.. Um bater descompassado, interrompido pelo acelerar das minhas inspirações e expirações, agora a ficarem ofegantes. De repente paraste. Abri os olhos, agora habituados à escuridão, e vislumbrei um esboço do teu vulto sobre mim com os braços apoiados na cama. Acho que estavas a sorrir. Os meus lábios procuraram os teus e deixaste-te cair sobre mim. Alguns minutos depois, não conseguia distinguir o que era eu e o que eras tu. Sentia-te quente, quase febril. Com a força com que me agarravas eu pude saber que me querias... que nos querias! E eu, sabes que te desejo a toda a hora. Deixei-me levar pelo teu calor. Ou pelo meu, já nem sei! E passámos horas enrolados um no outro, de várias formas com várias sensações. Explicar não sei, porque liguei o piloto automático, tão noutro mundo que eu estava.
De repente abri os olhos, olhei para o lado e não estavas ali. O quarto continuava em silêncio, iluminado apenas pelos números vermelhos do despertador, 05h23.

Parece que tinha sido mais um sonho. Mas eu ia jurar que tinhas mesmo estado aqui. É certo que não te vi, mas senti-te (de muitas maneiras até). Não! Estava mesmo sozinha... e acordada! Vi o lado positivo da coisa, tinha sido um sonho bom, e ainda tinha algum tempo para dormir.

Sorri, agarrei-me a uma das 4 almofadas, encostei a cabeça nas outras. Mal apaguei a luz, voltei a sentar-me na cama de olhos muito abertos, olhei outra vez para a escuridão do quarto... estranhamente, o teu perfume continuava ali!

domingo, 8 de junho de 2008

Sonha menos.. VIVE mais!

Desta vez não vou deixar que o meu sorriso se apague!

Demorei muito tempo a perceber que não ia chegar a lado nenhum se continuasse a amuar cada vez que a vida me desviasse do meu percurso. Sim, amuar é mesmo o termo porque sempre fui uma revoltadazinha com a vida! Por tantas e tantas vezes que a vida me passou rasteiras, eu mantive-me no chão de braços cruzados e a fazer beicinho, como uma criança quando lhe tiram o brinquedo, revoltadíssima porque não achava aquilo minimamente justo. E ficava a espera que tudo voltasse ao normal, até me cansar... Bem.. Surpresa minha menina! As contrariedades fazem parte da vida, e amuar e ficar de braços cruzados não é, de todo, solução. Portanto... se tropeçares tenta equilibrar-te para não caíres. Se caíres lembra-te que está sempre uma mão amiga por perto.. e pelo menos da próxima vez tens mais cuidado quando passares por ali.

Deixei-me de ilusões, assim já não me desiludo tanto. Manter os pés na Terra não é tão fácil como parece, mas tem os seus resultados! Sonhar é bom, se soubermos separar as coisas... há que encontrar um equilíbrio entre o que desejamos e a possibilidade de o não termos.
E quando a nuvem voltar a tapar o sol, eu vou continuar a sorrir e a sonhar, mas acima de tudo a viver!

sábado, 7 de junho de 2008

Transito Emocional, Stop(?)

E assim chegámos ao cruzamento!
Sim, a vida seria monótona se fosse uma linha recta. Mas também... com tanta encruzilhada? Desde pequenina que sempre tive tendência para enjoar nas viagens quando íamos por aquelas estradas cheias de curvas e contra-curvas. Agora, com tanto pára-arranca em cruzamentos atrás de cruzamentos, os enjoos voltam a atormentar-me. Fico com o estômago embrulhado e com a cabeça a chocalhar (ou será da ressaca??As tantas..). Ainda por cima agora o preço dos combustíveis aumentou (mais uma vez) e eu sempre ouvi a minha mãe dizer que é no pára-arranca do trânsito que se f*de mais gasolina. Adiante!
Não sei por qual das cortadas seguir. Posso continuar nesta estrada, ou sair já ali à direita.
Por agora parei à frente delas, a olhar para o vazio na companhia de mim e de mim, e pouco mais consigo ouvir do que o burburinho dos pensamentos. O coração, esse parece que me quer sair pela boca. Deve ter crescido, só pode. Diz que está muito apertado aqui dentro. Deve pensar que pode ter estas vontades, o gajo. Parece os putos!
Uma vez ou outra lá caio em mim e volto a olhar, com olhos de ver as opções... e encolho os ombros.

Coisas - Ornatos Violeta

domingo, 1 de junho de 2008

(our) time is running out!

Era uma música bonita. Começou com acordes estranhos mas agradáveis ao tocar no ouvido, embora um pouco bruscos. Tornou-se numa melodia intensa e ritmada, daquelas que aquecem o coração ao ponto de deixar o peito a arder. Eram notas que faziam esboçar sorrisos e disparar o coração de tanto entusiasmo. Era uma música alegre e divertida, que ameaçava acabar em grande.. daquelas que apetece meter o leitor, em repeat, e ficar horas a ouvi-la vezes sem conta...
Mas os dedos começaram a falhar algumas notas, a voz começou a ficar meia rouca, a melodia deixou de sair com o mesmo tom, os acordes começaram a falhar... a música começou a tornar-se melancólica e triste... começou a ficar demasiado por dizer... a guitarra queria cantar mais, mas os dedos teimavam em não querer acompanhar o ritmo. Não, estava visto que a música não ia resultar!
Parece que era tempo de acabá-la, enquanto ainda era bonita!

Sally's Song (...)

I sense there's something in the wind
That feels like tragedy's at hand
And though I'd like to stand by him
Can't shake this feeling that I have
The worst is just around the bend

And does he notice my feelings for him?
And will he see how much he means to me?
I think it's not to be

What will become of my dear friend?
Where will his actions lead us then?
Although I'd like to join the crowd
In their enthusiastic cloud
Try as I may, it doesn't last

And will we ever end up together?
no, I think not, it's never to become
For I am not the one