quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Old book

Quando as pessoas não sabem se vão lá estar ou não para nós quando (mais) precisarmos, como podemos convencer-nos que elas lá vão estar?? Quando elas próprias duvidam disso.... Que quando falamos com elas nos apercebemos que somos uma espécie de fardo, às vezes.

Queria conseguir esquecer tudo, agarrar em cada pedra que encontro e construir o meu caminho, porque afinal o que não nos mata torna-nos mais fortes, não é?
Queria poder escrever uma historia nova, num livro com páginas brancas e lisas, macias... nas quais desse gosto de escrever.. em que desse aso à imaginação e me deixasse levar pelo sabor da corrente, sem sequer imaginar o que estivesse para vir.
Estou farta de cada vez escrever apenas mais um capitulo neste livro de folhas amarelas, rugosas e rasgadas, em que já sei o que vai acontecer porque se foi assim nos outros capítulos, porque é que neste seria diferente?! Neste já conheço as personagens... e as que ainda vou conhecer, começo a achar que vão ser como as outras...
Mas vou ter de me contentar com o próximo capítulo..
Not funny

1 comentário:

igor marques disse...

essa moda de que agora qualquer um pode ser escritor tá a chegar a ti...

temos de ser navegadores!! deixo-te uma frase inspiradora:
quando um barco tem um rumo, todos os ventos são favoráveis.

tens de sobreviver às tempestades e esperar pelos tempos de bonança ;)

e pode ser que um dia chegues ao teu porto, num dia de sol, mar tranquilo, ... ****