segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

Acceptance (?)

"There are five stages of grief. They look different on all of us, but there are always five:
Denial. Anger. Bargaining. Depression. Acceptance."

Sem querer dei por mim a tentar encontrar-te noutras pessoas. Tentei procurar quem preenchesse o vazio da tua ausência, ou que me abstraísse dele. Que grande parvoíce! É o querer à força arrancar-te do meu peito.... mas provavelmente tenho mesmo de deixar o tempo encarregar-se disso. Forçar não leva a nada...
Vou tentar arrumar tudo o que te pertence numa gaveta, ignorar o que (ainda) me fazes sentir, e viver... deixar de procurar em cada rosto os teus olhos, o teu sorriso, a tua maneira de ser. Deixar de dormir agarrada à almofada e relembrar as noites em que a almofada eras tu. Fingir que esqueci o teu cheiro, e que ele não faz falta na minha pele.



"Mas a saudade mais dolorida
é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida"

segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

Tudo passa, é só uma questão de tempo!

Tantas e tantas vezes me vi obrigada a dizer Adeus. Dizem que o hábito faz o monge, mas não me sinto suficientemente habituada para conseguir afirmar que agora já não custa. Parece que custa sempre... E por mais que seja a crónica de um Adeus anunciado à partida, toda e qualquer preparação psicológica se torna infrutífera, vã, estéril, quando chega A Hora.
Dói ter que afirmar com toda a determinação do mundo que é uma despedida consentida (e até impelida), quando na verdade a minha mão quer não larga a tua, quando os meus olhos ardem com a ansiedade de (não) te querer ver contornar aquela esquina, que será a confirmação de que não vais voltar... de que não te vou deixar voltar!
Dói ter que calar o grito que explode no meu peito, para que ninguém o ouça! .. E para que principalmente tu não o ouças. O grito que à primeira fresta, escaparia à velocidade da luz e te envolveria com a violência de um Adamastor, num turbilhão irracional de sentimentos que jamais se ousariam a obrigar-te a partir, ainda que isso fosse tudo o que merecesses.

Queria poder gritar a pulmões abertos que és apenas Nada, e acreditar eu própria nisso. Queria acreditar nisso, ainda mais do que quero que tu acredites. Mas não posso (e para ser sincera, nem quero) negar todos os momentos que nos proporcionamos, ainda que possam não ter passado de uma doce ilusão. Não posso negar a saudade que sei que virá, nem o vazio da tua ausência...
Refugio-me nas palavras escritas, quando não me permito a sussurra-las ao teu ouvido, quando não me permito a demonstrar-te o quanto elas significam.

Resta-me espremer todo o Bom que possa existir no Mal feito, e usá-lo da melhor forma. Apenas te posso oferecer o calor do meu abraço de amiga, sempre que dele precisares. E para mim... para mim fica aqui, também escrito mas nunca demonstrado, o beijo da despedida, para finalizar as palavras que nunca irás ouvir de mim.

quinta-feira, 16 de Julho de 2009

mesmo perto, nunca as férias me pareceram tão longe

Há muito que a minha Caixa de Pandora pessoal se abriu.... agora, até a Esperança que resistira a partir, mantendo-se no fundo da minha caixa, se começa a esvair lentamente.... para dar lugar à Desmotivação e à Frustração.




mais um semestre de merda, de tempo perdido,
de insanidade mental, de esforço vão....
preciso tanto de férias!

quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Eu sempre desconfiei :D

"Por fim, agradeço aos talentosos músicos que me inspiram, sobretudo à banda Muse - há emoções, cenas e sequências narrativas neste romance que tiveram origem em músicas dos Muse e que não existiriam sem a sua genialidade."

por Stephenie Meyer em Lua Nova

sábado, 27 de Junho de 2009

something always brings me back to you

Qualquer sinal da tua existência, seja ele de que tipo for, ainda faz o meu estômago arder numa ressaca desenfreada de qualquer coisa que me davas e que o meu ser necessita faz tempo. Ainda tenho descargas de adrenalina que fazem o meu corpo agitar-se contra minha vontade, que me provocam impulsos contra os quais me debato para não voltar a cair no mesmo. Ver-te, saber-te... é como cair num campo de urtigas... sinto o coração a palpitar violentamente na garganta, por não conseguir sair.
Deixei de lutar contra esta necessidade. De querer-te e de querer que desapareças para sempre. Correr atrás de ti é vão, fugir de ti também não resulta. Vou apenas ficar aqui como se nada fosse(s). Não vou tentar bloquear as recordações nem os sonhos que acontecem quando não estou a dormir. Não vou evitar-te, não vou procurar-te. Desta vez vou apenas ficar aqui à espera, mas não de ti.... apenas à espera! À espera que o tempo corra, até chegar o dia em que eu acorde e não sejas a primeira coisa que me passa no pensamento. Vou apenas.... esperar que passes!

segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Soundtrack of something




what if I say that I mean every word he says?

terça-feira, 16 de Junho de 2009

Enough is enough (?)

'I think the hardest part of kicking a habit is wanting to kick it. I mean, we get addicted for a reason, right? Often, too often, things that start out as just a normal part of your life at some point cross the line to obsessive, compulsive, out of control. It's the high we're chasing, the high that makes everything else fade away
(...)
The thing about addiction is it never ends well, because eventually, whatever it is that was getting us high stops feeling good and starts to hurt. Still, they say you don’t kick the habit until you hit rock bottom, but how do you know when you’re there? Because no matter how badly a thing is hurting us, sometimes letting it go hurts even worse.'



Grey's Anatomy [S04E02]

sábado, 13 de Junho de 2009

Again...

Apareces. Fazes todo o meu ser estremecer por dentro e por fora, num grau superior a tudo o que é conhecido. Qual escala de Mercalli ou Richter..... Foco em ti, epicentro em mim. Depois do primeiro abalo desapareces. Fico eu e as minhas réplicas. Desarrumas tudo o que estava organizado, fazes-me duvidar de tudo o que achava que sabia, questionar tudo o que foi dito ou feito.
Por fim, fico eu e o caos. Escapas-te por entre a multidão, estrategicamente... e sou obrigada a lidar com tudo o que danificaste à tua passagem.

Simplesmente... pára! Pára de me alimentar ilusões...


not so perfect timings

'And every time i think i'm through with you
You always seem to come around
And every time i've tried to work with you
All you've done is you've brought me down'

sábado, 30 de Maio de 2009

Batoteira^^

'As much as I struggled not to think of him, I did not struggle to forget. I worried—late in the night, when the exhaustion of sleep deprivation broke down my defenses—that it was all slipping away. That my mind was a sieve, and I would someday not be able to remember the precise color of his eyes, the feel of his cool skin, or the texture of his voice. I could not think of them, but I must remember them. Because there was just one thing that I had to believe to be able to live—I had to know that he existed. That was all. Everything else I could endure. So long as he existed.'

Bella Swan, New Moon



Fiz batota. Nos últimos dois dias posso dizer que não peguei num único livro de estudo. A minha mãe teve a (in)feliz ideia de me oferecer o Crepúsculo, e eu não descansei enquanto não o devorei de uma ponta à outra.
Fiquei com aquilo a que rudemente se chama 'fogo no cú' para ler os próximos... ela comprou-os e decidiu esconde-los. Foi uma atitude inteligente da parte dela. O problema é que apesar de resistir a não ir vasculhar a casa toda de uma ponta a outra até os encontrar, não consegui resistir ir ver alguns excertos pela net... agora custa mais, mas ler o New Moon... só em Julho!
Agora que voltei à realidade, vou estudar --'